Conheça nossa proposta…..

Comportamento é a relação do individuo com o seu meio, seja ela feita por ações públicas, passíveis de serem observadas pelo outro, como privadas por meio de pensamentos e sentimentos. Os comportamentos dos escolares estão cada vez mais heterogeneos, principalmente depois da necessária inclusão. Vemos grupos de crianças se adaptando à outras que fazem uso de cadeira de rodas, muletas, que apresentam dificuldades na marcha, na movimentação de seus membros superiores, na fala ou visão.
Mas, também encontramos aquelas que são ditas como “tímidas” demais, que tem poucos amigos ou que se isolam do contato com outras crianças e preferem passar o intervalo conversando com os adultos. Os “hiperativos” que conseguem deixar tudo de pernas para o ar e chamam a atenção, ou melhor, tiram a atenção dos outros coleguinhas durante as aulas. Os desorganizados que esbarram em todas as carteiras e derrubam o tempo todo o material escolar. Além dos incoordenados, os últimos a serem chamados para o time na aula de educação física.
Afinal, o que todos esses comportamentos podem ter em comum?
A resposta é simples: alteração no desenvolvimento perceptivo-motor. Desde o momento do nascimento, as crianças começam a aprender como interagir com seu ambiente. Essa interação é um processo perceptivo e, também, motor. A garantia de pleno desenvolvimento desses sistemas oferecerá condições para favorecer o amadurecimento e refinamento de suas estruturas cognitivas. É PELO COMPORTAMENTO PERCEPTIVO-MOTOR que a criança aprende o MUNDO DO QUAL FAZ PARTE.
O professor de sala de aula e o de educação física são frequentemente os primeiros a perceber as indicações “subjetivas” de possíveis dificuldades perceptivo-motoras. Se deparar com as dificuldades físicas dessas crianças é relativamente fácil, afinal a tecnologia e o uso de dispositivos auxiliares favorecem a socialização e a participação ativa das mesmas durante as aulas. Entretanto, quando se deparam com os comportamentos de aversão, ausência de contato visual, movimentos esteriotipados e repetitivos, ou extremamente exagerados e ricos de exploração ficam na dúvida se essas crianças querem chamar atenção ou são apenas distraidas.
A capacitação desses profissionais por especialistas faz validar essas informações que não devem ser ignoradas ou minimizadas. A observação cuidadosa do comportamento diário pode ser muito importante para a detecção precoce de possíveis alterações no desenvolvimento e assim, encaminha-las para cuidados e complementação terapêutica.
Nossa meta é auxiliar os professores na percepção e atuação com essas crianças. Adequar e adaptar o meio escolar para recebe-los e, principalmente, complementar com a atuação especializada o trabalho de aprendizagem. É com essa união que a inclusão escolar se torna possivel e prazerosa para todos: alunos, pais, mestres e profissionais da área de saúde.

Contato para Agendamento de palestras, consultorias: fisiopediatr@gmail.com

 

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Autor: ROMANI, M.F.E.

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